“Eu falo mas poucos entendem o que digo.
Me têm por lunático, doido ou biruta”
Autor gravado por diversos artistas, também cria e Grava em seu estúdio, onde produz trilhas sonoras para campanhas publicitárias das maiores agências do Norte/Nordeste. Desenvolve projetos na área de audiovisual onde atua como diretor musical, compondo e produzindo música para filmes, documentários e séries. Coordenador do Antiquis – Núcleo de Estudos do Sertão Primeiro, onde realiza produções a partir de pesquisas sobre as tradições populares do alto sertão baiano. Guitarrista e arranjador há mais de 20 anos, no Sertanília toca viola, violão e bandolim, além de ser o compositor das músicas e cuidar da produção musical.
Anderson fundou o Sertanília juntamente com a cantora Aiace e o percussionista Diogo Flórez em 2009. Inspirado nas tradições populares do Sertão antigo, o grupo gravou os álbuns Ancestral em 2011 e Gratia em 2015, ambos indicados ao Prêmio da Música Brasileira. Em 2019 o Sertanília lança o single Rosário de Luas eem 2025 o EP Ao Vivo no IFBA em 2022. Com várias apresentações pelo Brasil e Europa, o Sertanília traz o diálogo entre a música do sertão antigo e a contemporaneidade.
Banda baiana que mescla ritmos e timbres da música brasileira e nordestina com elementos da música eletrônica e do rock, resultando numa sonoridade forte, original e brasileira. “O todo que peço” é o primeiro single de um total de nove canções compostas que estão sendo produzidas para o primeiro álbum da banda.
Anderson é o fundador e coordenador do Antiquis – Núcleo de Estudos do Sertão Primeiro, que
desenvolve pesquisas e registro da memória das tradições populares do Alto Sertão Baiano, principalmente a música do reisado na região. Através do Antiquis, Anderson produziu a Série Reisados, registro dos mais antigos e tradicionais ternos de reis do Alto Sertão.
A trilha sonora do EP “Escravos e Santos” (2015/2025), composta por Anderson Cunha, é inspirada na devoção popular e nas tradições orais do Alto Sertão Baiano, especificamente de comunidades como Antas e Palmito em Caetité.


