"Eu falo mas poucos entendem o que digo. Me têm por lunático, doido ou biruta"

Anderson Cunha é músico, compositor e produtor musical baiano. Integrante do grupo Sertanília, com o qual lançou os álbuns Ancestral (2013) e Gratia (2014), ambos finalistas do Prêmio da Música Brasileira, faz agora o primeiro lançamento solo – Escravos e Santos (EP). Fruto da trilha sonora do filme homônimo de 2015 e relançado em 2024, o disco reúne temas que ilustram a narrativa no universo denso e triste e belo das memórias dos descendentes de negros escravizados no município de Caetité, no alto sertão da Bahia. O filme de Márcio de Abreu, ganhador do Prêmio do Juri do Black Star Film Festival 2015, narra a dor e resiliência dos negros cativos, uma herança que transmuta em ensinamento para os descendentes que ainda sentem, nos dias de hoje, as marcas do preconceito numa cidade que era polo sócio econômico à época. Em Escravos e Santos, ainda que execute outros instrumentos – como violão e piano – Anderson tem a viola como o som que guia a maioria dos temas que ilustra a paisagem do sertão do sudoeste baiano.

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